s/n
a cidade tem sua seu ritmo, sua sina, sua própria poesia
numa transe por cachorros e boeiros, buracos e escuro,
não precisa de palavras, esgoto.
é passado, presente e ausente, somos nós,
os que ficam, os que partem e
os que dela fazem parte, todos.
a cidade tem seu brilho, sua ótica sem métodos
não depende da visão, tem outros sentidos
e nesse caos ordenado surgem seus estribilhos.
é alvo de cobiça, fuga e alegres dançam valsa
sujeito e objeto de si mesma, até que o enjôo e a fadiga
causem sono.
respousa em silêncio, até que retorne ela a seu ritmo, sua sina
a sua bela poesia.
numa transe por cachorros e boeiros, buracos e escuro,
não precisa de palavras, esgoto.
é passado, presente e ausente, somos nós,
os que ficam, os que partem e
os que dela fazem parte, todos.
a cidade tem seu brilho, sua ótica sem métodos
não depende da visão, tem outros sentidos
e nesse caos ordenado surgem seus estribilhos.
é alvo de cobiça, fuga e alegres dançam valsa
sujeito e objeto de si mesma, até que o enjôo e a fadiga
causem sono.
respousa em silêncio, até que retorne ela a seu ritmo, sua sina
a sua bela poesia.

1 Comments:
a cidade sua
a lágrima
a sina
cá e lá óticas riem
pílulas desesperos
suspiros
bonzaço bim
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